terça-feira, julho 13

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Anda. Para e olha, simplesmente.
Atinge seus olhos diretamente.
Não se mexe e não alcança dali.
Aponta o pensamento, mas não ousa sair.
Teve um impulso, pensou. Eu vou.
Mas o pensamento se perdeu, não chegou.
Sabia que queria, que poderia.
Não arrisca, a negativa só envergonharia.
A vergonha do corajoso é pública,
a do covarde é puramente sua.

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