segunda-feira, março 22

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Esse é o meu jeito de morrer:
aos poucos.
Vou cansando e seguindo, como sempre:
um frouxo.

Fraco por que verso não segue verso, por que verso se perde de verso e aos poucos aquele que era primeiro já nem importa mais enquanto o último nem sabe que fila é essa que segue. Entre as semelhanças perdem-se a essência e a beleza, ficam para trás a rima e a métrica. A quem souber escrever envio minhas tristezas, faça bom uso delas.

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